segunda-feira, 24 de novembro de 2008

[Sobre o Guerrilha]

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Bombardear pela paz é como f(*) pela virgindade
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A idéia inicial era a de transformar um pequeno jornal (fanzine?) em mídia eletrônica. Estou falando do Guerrilha Cultural, antes distribuído entre alunos de Santa Maria, Distrito Federal, por obra e graça de alguns queridos amigos professores. Mas a coisa tomou outro rumo - ou desceu ladeira abaixo, como queiram. Como editor bissexto, não consegui (ainda) convencer Alex Noise, Ramón Rodriguez e Hérnio Gastão a publicar coisas aqui. Então, o trabalho autoral fica de escanteio. Eu mesmo reluto (re-lutto) em alimentar essa página com a minha falta de talento. Mas existem as imagens, que valem por 800 palavras, já com o devido desconto. E as brincadeiras todas com quem não tem senso de humor. Aliás, diga-se de passagem, as expressões "nosso modelo de" ou "nossa idéia de" são ligeiramente inspiradas no jornalista Nirlando Beirão, colaborador da respeitável Carta Capital - mas que conheci ainda menino nas páginas da revista Playboy (saudade da Lídia Brondi). Ele é o nosso "modelo de jornalista". Continuando. Muitas postagens são originárias do site http://www.deviantart.com/, que oferece imagens no sistema CC, Creative Commons (é assim que se escreve?), por isso nem sempre vêm acompanhadas dos devidos créditos e nem pagamos por isso. E existe a música. Dos artistas que se encaixam no nosso projeto, obviamente. Todos eles são comentados em mesa de bar, religiosamente, por nosotros, os guerrilheiros. Espero que esse espaço perdido no meio do nada seja, ao menos, divertido para você que está lendo isso agora. Que esses escritores, poetas, artistas de todas as espécies, cantores, agitadores, toda essa gente talentosa que circula pelo mundo livre da grande teia possa instigar, mexer um pouco na sua alma. Pretensão não nos (lhes) falta. Colaborem também, do jeito que for. Porque não é nada interessante falar sozinho. See you, folks! (Lutto T. Nebroso)

3 comentários:

Laninha disse...

Acompanho desde o ínicio essa publicação ultrajante. Ultrajantemente divertida, diga-se de passagem. Sinto saudade do tempo q recebia o meu exemplar da pequena(mas ruidosa) tiragem do Guerrilha. Partilhava com meus companheiros , na escola onde finjo q dou aulas. Bons tempos. Mas o Guerrilha eletrônico não deixa a desejar não, brother. Bom, na verdade, sinto falta da coluna "Stupid Times", q me fazia rolar de rir com coisas do tipo:
"A ciência acabou de descobrir por que os homens têm dificuldade em manter contato olhando diretamente nos olhos das mulheres: mamilos distraem a nossa atenção". Impagável...rs
Tomara q los demás guerrilleros resolvam também penetrar(ops) na virtualidade. Mas olha, brother, tu tá dando conta do recado.

Abração.

Lutto T. Nebroso disse...

Prometo uma mini-edição do The Stupid Times, inédita, para o seu prazer. Você não perde por esperar, Little Elaine. Prepare o espírito. Só as mais infames, ao seu gosto. Chega de saudade, pois. Porque a vida acontece agora, sempre. Obrigado pelos elogios que fizeram, estou certo, por me estragar. Estou quase esnobe. Porque sei que por trás da Laninha existe um Harold Bloom e um Umberto Ecco (é assim mesmo que se escreve?) mal disfarçados. O meu substrato é mais pobre. Mas quem gosta de luxo... Abraço.

FELIPE disse...

Duvido que alguem tenha todas as edições como eu????As primeira quando o Tal do Ruriz era a principal vítima dos calangos, essas eu não esqueço!!! Oh saudade, até eu que mal sei ler, lia!!!(Claro que duas vezes para poder entender!!!)