segunda-feira, 21 de julho de 2008

[Ele diz que não é fotógrafo.]

Veja isto.








Merkley.

Quem?
Nem ele sabe.


"Não sou fotógrafo."

"95% das pessoas que você vê nas minhas imagens são amigos, ex-namoradas, namoradas atuais... eu conheço essas pessoas."
"Adivinha quem não os conhece. A Máquina Robô Câmera. Ela mente para você."
---
Quer mais?
----

[Lost America]

----

Troy Paiva fotografa lugares abandonados, como cemitérios de automóveis e aeroportos, usando lanternas coloridas e outras técnicas.




quarta-feira, 16 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

[Morcheeba]

-----
Parts of the Process (2002, coletânea)
Para download gratuito em:







---
Morcheeba é uma banda do Reino Unido de música eletrônica com influências do trip hop, rhythm and blues e pop. Foi formada pelos irmãos Godfrey com integrantes variados no papel de vocalista. Em meados da década de 1990 os irmãos Godfrey (o DJ Paul Godfrey e o multi-instrumentalista Ross Godfrey) mudaram-se para Londres e recrutaram Skye Edwards (foto, musa de Guerrilha) como vocalista, que eles haviam conhecido em uma festa de house music. A trajetória do grupo começou em 1996 com o lançamento do álbum Who Can You Trust?. O sucesso do disco foi mundial, o que levou a banda a ter como parceiros musicais um de seus ídolos (David Byrne pediu pessoalmente que a banda trabalhasse em seu álbum solo). Em 1998, quando todos pensavam que a banda lançaria um álbum com a mesma concepção do anterior, eles mudam o seu som. Big Calm investe no dub, no soul, no hip hop e no psicodélico, enquanto seu predecessor era mais eletrônico. Após cinco álbuns Skye deixou a banda em 2003. Em 2005 gravaram novo álbum e recrutaram Daisy Martey (anteriormente da banda Noonday Underground) para substituir Edwards. A voz de Edwards marcou o som da banda, e a nova vocalista sofreu críticas tanto dos fãs quanto da crítica especializada. Recentemente Martey foi substítuida por outra vocalista, Jody Sternberg, para os concertos ao vivo.

Faixas:
1. The Sea
2. Tape Loop
3. Otherwise
4. Blindfold
5. Be Yourself
6. Part Of The Process
7. Let Me See
8. Undress Me Now
9. What's Your Name
10. Trigger Hippie
11. Rome Wasn't Built In A Day
12. Over And Over
13. What New York Couples Fight About
14. World Looking In Listen Listen
15. Moog Island
16. Way Beyond
17. Never An Easy Way
18. Can't Stand It

quinta-feira, 10 de julho de 2008

[Cream]

-----
Fresh Cream (1966)

para download gratuito em:





Faixas:

1. I Fell Free (2:51)
2. N.S.U (2:43)
3. Sleepy Time Time (4:20)
4. Dreaming (1:58)
5. Sweet Wine (3:17)
6. Spoonful (6:30)
7. Cat's Squirrel (3:04)
8. Four Until Late (2:07)
9. Rollin' and Tumblin' (4:42)
10. I'm So Glad (3:58)
11. Toad (5:09)

Trechos de músicas e vídeos em:

segunda-feira, 7 de julho de 2008

[Loas e Cascatas]

------


Um texto de Georges Bourdokan

Nas décadas de 50 e 60 do século 20, os israelenses inundaram a mídia com cascatas. Inventaram os tais kibutzim (plural de kibutz) dizendo que ali se praticava o socialismo, mas não informavam que o trabalho (pessimamente remunerado, diga-se) era feito por palestinos.

Nas décadas de 50 e 60 do século passado, inundaram a mídia com mentiras. "Estamos florescendo o deserto", divulgavam. Mas ninguém jamais se perguntou como é que era possível tal fato se os europeus que ali chegaram nem sequer sabiam o que era uma enxada.

E hoje essas mentiras que tanta simpatia grangearam estão se revelando um embuste.

Onde estão os kibutzim?

E onde está o deserto florido?

Era tudo propaganda.

Os palestinos foram embora e com eles desapareceram os kibutzim. E o pouco verde que havia no deserto foi junto.

E então, em menos de sessenta anos, fica-se conhecendo a verdadeira face da mentira.

Mais de 1 milhão de árvores frutíferas foram destruídas pelos sionistas, mais de 500.000 oliveiras milenares foram arrancadas e em seu lugar plantaram prédios monstruosos.

E assim, aos poucos, a verdade começa a se revelar. O registro histórico informa que, até a década de 1940, Palestina, a terra do leite e do mel bíblica, era o maior exportador de frutas cítricas do Oriente Médio, principalmente laranja.

E Israel... bem, Israel possui hoje mais de 20 por cento de habitantes vivendo abaixo da linha de pobreza; uma taxa de quase 10 por cento de desempregados e uma indústria bélica próspera que deixa um rastro de violência e morte pelo caminho.

Com o apoio da mídia e omissão da humanidade.


Georges Bourdokan é jornalista e escritor.

(Texto extraído da revista Caros Amigos, junho 2007, p. 41.)

[Sessão nostalgia]

Jack Nicholson copiou!

[Imagens do Dia]

Pesadelos americanos.



[Patti Smith]


Horses (1975)

Para download gratuito em:








"Jesus died for somebody's sins, but not mine."
Leia crítica em:
(em inglês)

domingo, 6 de julho de 2008

[Robert Johnson]

------
Sem ele, o que seria do rock?
-----


The Complete Recordings (1990)
para download gratuito em:




Robert Johnson é uma das mais celebradas figuras na história do Blues. Não considerando o fato de que ele morreu quando tinha apenas 27 anos, o seu impacto na cultura do Blues e na própria mitologia do Blues, tão bem quanto a sua influência no desenvolvimento no estilo da guitarra do Blues, foi no mínimo substancial. Depois de mais de cinqüenta anos da sua morte Johnson ainda tem a força e o magnetismo para comandar o último renascimento do Blues! Em 1990, a Columbia Records lançou a série Roots n’ Blues Series com as gravações completas de Robert Johnson, uma caixa com dois CD’s que vinha acompanhada de um livreto com histórias do Blues, letras e fotos raras. Esperava-se vender aproximadamente 20.000 cópias. Inacreditavelmente vendeu-se aproximadamente 500.000 cópias, ganhando um disco de ouro em 1990. Também conquistou um Grammy Award, além de gerar uma nova fascinação com a música de Johnson e a sua contribuição para a guitarra de Blues, acelerando o lançamento diversos outros clássicos por dezenas de outras gravadoras. Se Robert Johnson nunca tivesse nascido, o Blues poderia ter sido a base para o inventá-lo. Toda a discografia de Johnson se resume a apenas 29 músicas. Isto é infinitamente pouco quando o comparamos com gigantes do Blues como Muddy Waters, John Lee Hooker, Lightnin’ Hopkins e muitos outros. Independente disto, muitos estudiosos do Blues e críticos de música concordam que existem bastantes evidências para proclamar Johnson como um gênio musical. De acordo com a lenda, Johnson obteve a sua grande perícia na guitarra vendendo a sua alma ao demônio. (Fonte: Last FM - http://www.lastfm.com.br/)

Leia mais em:


Ouça trechos em:

-----

quarta-feira, 2 de julho de 2008

[Retrato do artista quando jovem]


Syd Barrett
(The Madcap Laughs...)

"Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração no dia da tua mocidade. Anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam
aos teus olhos."

(Assim falou o Eclesiastes)
Elvis Costello


Robert Plant


Pete Townshend


Neil Young


Mick Jagger


Lou Reed



Joey Ramone



Um ex-caminhoneiro aí


Debbie Harry


David Gilmour


Curtis Mayfield


David Bowie


Bob Dylan


Billie Holiday
(Em breve, artistas brasileiros)

terça-feira, 1 de julho de 2008

[The Who]

-----
The Who. Porque você precisa.












Who's Next (1971)

Para download gratuito em:



Ficha


Em 2003 o canal de TV VH1 classificou Who’s Next como o 13.º “Melhor Álbum de Todos os Tempos”. Ele ficou em 28.º na lista dos “500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos” da Rolling Stone.

Um The Who diferente

A música apresenta arranjos que formam uma parede de som. O álbum afortunadamente surgiu em uma época em que grandes avanços foram feitos em termos de engenharia de som, e pouco antes da introdução de sintetizadores musicais. O resultado foi um som absolutamente espantoso para a época, e praticamente inédito no rock (embora do desagrado de muitos fãs tradicionais do Who quando do lançamento).
A maneira com que Pete “tocou” o sintetizador ARP foi essencialmente uma questão de programá-lo usando padrões pulsantes, e desta maneira isso foi usado para criar trechos contínuos para duas das músicas de mais destaque do álbum, “Baba O’Riley” e “Won’t Get Fooled Again” (alvo de uma recente polêmica, dizendo que Pete, ao invés do sintetizador, usou um órgão Lowrey caseiro).
O álbum também apresenta o piano de Nicky Hopkins e um solo de violino por Dave Arbus em “Baba O’Riley”.

Capa
----
A capa do disco traz uma fotografia da banda acabando de urinar em um imenso bloco de concreto; a foto parece ser uma referência ao monolito descoberto na Lua no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, lançado apenas três anos antes. O “monumental” desrespeito pode ser também, assim como o título do disco, uma recusa simbólica da banda de passar o restante de sua carreira tocando Tommy.
O mictório de pedra mostrado na capa fica no Easington District Collliery, em County Durham.
O projeto inicial para a capa apresentava fotos de mulheres grotescamente obesas nuas, sendo amplamente divulgada mas nunca aparecendo no álbum. Outra capa diferente trazia o baterista Keith Moon usando uma lingerie preta, segurando um chicote e de peruca loira (esta foto apareceu no encarte do CD remasterizado).

Faixas

(Todas as músicas por Pete Townshend, com exceções)

1. "Baba O'Riley" - 5:08
2. "Bargain" - 5:34
3. "Love Ain't For Keeping" - 2:10
4. "My Wife" (John Entwistle) - 3:41
5. "The Song Is Over" - 6:14
6. "Getting In Tune" - 4:50
7. "Going Mobile" - 3:43
8. "Behind Blue Eyes" - 3:42
9. "Won't Get Fooled Again" - 8:33

Remasterizado
-----
O CD remasterizado traz as faixas adicionais:

10. "Pure and Easy"
11. "Baby Don't You Do It" (Holland/Dozier/Holland)
12. "Naked Eye"
13. "Water"
14. "Too Much of Anything"
15. "I Don't Even Know Myself"
16. "Behind Blue Eyes"

Curiosidades

"My Wife" tornou-se um destaque dos shows.
Os títulos repetidos da versão remasterizada são das primeiras sessões em Nova York com Kit Lambert.
"Baby Don't Do It" tornou-se popular em sua versão de Marvin Gaye, de quem o Who era fã no começo de sua carreira.
Relançamentos posteriores (como a “Edição de Luxo”) trazem o show completo no Old Vic Theatre, e o álbum original (sem as faixas bônus), foi masterizado na metade da velocidade e relançado em vinil
Recentemente, "Won't Get Fooled Again" e "Baba O'Riley" têm sido usadas como as canções tema das séries de TV CSI: Miami e CSI: NY, respectivamente.
"Won't Get Fooled Again" também foi uma das músicas tocadas pelo The Who em sua apresentação em 2 de julho de 2005 no Live 8, ante um público de duas mil pessoas e uma audiência (tanto pela televisão quanto pela internet) de bilhões.
------
Ouça trechos em: