domingo, 6 de julho de 2008

[Robert Johnson]

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Sem ele, o que seria do rock?
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The Complete Recordings (1990)
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Robert Johnson é uma das mais celebradas figuras na história do Blues. Não considerando o fato de que ele morreu quando tinha apenas 27 anos, o seu impacto na cultura do Blues e na própria mitologia do Blues, tão bem quanto a sua influência no desenvolvimento no estilo da guitarra do Blues, foi no mínimo substancial. Depois de mais de cinqüenta anos da sua morte Johnson ainda tem a força e o magnetismo para comandar o último renascimento do Blues! Em 1990, a Columbia Records lançou a série Roots n’ Blues Series com as gravações completas de Robert Johnson, uma caixa com dois CD’s que vinha acompanhada de um livreto com histórias do Blues, letras e fotos raras. Esperava-se vender aproximadamente 20.000 cópias. Inacreditavelmente vendeu-se aproximadamente 500.000 cópias, ganhando um disco de ouro em 1990. Também conquistou um Grammy Award, além de gerar uma nova fascinação com a música de Johnson e a sua contribuição para a guitarra de Blues, acelerando o lançamento diversos outros clássicos por dezenas de outras gravadoras. Se Robert Johnson nunca tivesse nascido, o Blues poderia ter sido a base para o inventá-lo. Toda a discografia de Johnson se resume a apenas 29 músicas. Isto é infinitamente pouco quando o comparamos com gigantes do Blues como Muddy Waters, John Lee Hooker, Lightnin’ Hopkins e muitos outros. Independente disto, muitos estudiosos do Blues e críticos de música concordam que existem bastantes evidências para proclamar Johnson como um gênio musical. De acordo com a lenda, Johnson obteve a sua grande perícia na guitarra vendendo a sua alma ao demônio. (Fonte: Last FM - http://www.lastfm.com.br/)

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

[Retrato do artista quando jovem]


Syd Barrett
(The Madcap Laughs...)

"Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração no dia da tua mocidade. Anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam
aos teus olhos."

(Assim falou o Eclesiastes)
Elvis Costello


Robert Plant


Pete Townshend


Neil Young


Mick Jagger


Lou Reed



Joey Ramone



Um ex-caminhoneiro aí


Debbie Harry


David Gilmour


Curtis Mayfield


David Bowie


Bob Dylan


Billie Holiday
(Em breve, artistas brasileiros)

terça-feira, 1 de julho de 2008

[The Who]

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The Who. Porque você precisa.












Who's Next (1971)

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Ficha


Em 2003 o canal de TV VH1 classificou Who’s Next como o 13.º “Melhor Álbum de Todos os Tempos”. Ele ficou em 28.º na lista dos “500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos” da Rolling Stone.

Um The Who diferente

A música apresenta arranjos que formam uma parede de som. O álbum afortunadamente surgiu em uma época em que grandes avanços foram feitos em termos de engenharia de som, e pouco antes da introdução de sintetizadores musicais. O resultado foi um som absolutamente espantoso para a época, e praticamente inédito no rock (embora do desagrado de muitos fãs tradicionais do Who quando do lançamento).
A maneira com que Pete “tocou” o sintetizador ARP foi essencialmente uma questão de programá-lo usando padrões pulsantes, e desta maneira isso foi usado para criar trechos contínuos para duas das músicas de mais destaque do álbum, “Baba O’Riley” e “Won’t Get Fooled Again” (alvo de uma recente polêmica, dizendo que Pete, ao invés do sintetizador, usou um órgão Lowrey caseiro).
O álbum também apresenta o piano de Nicky Hopkins e um solo de violino por Dave Arbus em “Baba O’Riley”.

Capa
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A capa do disco traz uma fotografia da banda acabando de urinar em um imenso bloco de concreto; a foto parece ser uma referência ao monolito descoberto na Lua no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, lançado apenas três anos antes. O “monumental” desrespeito pode ser também, assim como o título do disco, uma recusa simbólica da banda de passar o restante de sua carreira tocando Tommy.
O mictório de pedra mostrado na capa fica no Easington District Collliery, em County Durham.
O projeto inicial para a capa apresentava fotos de mulheres grotescamente obesas nuas, sendo amplamente divulgada mas nunca aparecendo no álbum. Outra capa diferente trazia o baterista Keith Moon usando uma lingerie preta, segurando um chicote e de peruca loira (esta foto apareceu no encarte do CD remasterizado).

Faixas

(Todas as músicas por Pete Townshend, com exceções)

1. "Baba O'Riley" - 5:08
2. "Bargain" - 5:34
3. "Love Ain't For Keeping" - 2:10
4. "My Wife" (John Entwistle) - 3:41
5. "The Song Is Over" - 6:14
6. "Getting In Tune" - 4:50
7. "Going Mobile" - 3:43
8. "Behind Blue Eyes" - 3:42
9. "Won't Get Fooled Again" - 8:33

Remasterizado
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O CD remasterizado traz as faixas adicionais:

10. "Pure and Easy"
11. "Baby Don't You Do It" (Holland/Dozier/Holland)
12. "Naked Eye"
13. "Water"
14. "Too Much of Anything"
15. "I Don't Even Know Myself"
16. "Behind Blue Eyes"

Curiosidades

"My Wife" tornou-se um destaque dos shows.
Os títulos repetidos da versão remasterizada são das primeiras sessões em Nova York com Kit Lambert.
"Baby Don't Do It" tornou-se popular em sua versão de Marvin Gaye, de quem o Who era fã no começo de sua carreira.
Relançamentos posteriores (como a “Edição de Luxo”) trazem o show completo no Old Vic Theatre, e o álbum original (sem as faixas bônus), foi masterizado na metade da velocidade e relançado em vinil
Recentemente, "Won't Get Fooled Again" e "Baba O'Riley" têm sido usadas como as canções tema das séries de TV CSI: Miami e CSI: NY, respectivamente.
"Won't Get Fooled Again" também foi uma das músicas tocadas pelo The Who em sua apresentação em 2 de julho de 2005 no Live 8, ante um público de duas mil pessoas e uma audiência (tanto pela televisão quanto pela internet) de bilhões.
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Ouça trechos em:

segunda-feira, 30 de junho de 2008

[Imagem do Dia]

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O direito ao paradoxo.
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[Suehiro Maruo]

O erotismo de Maruo.













Perturbador como Georges Bataille e Luis Buñuel, engenhoso como Hitchcock e Charles Burns, Maruo conta histórias vertiginosas e irresistíveis. Famoso por misturar prazer e sofrimento, ternura e crueldade, horror e beleza, o artista é um dos mais cultuados dos quadrinhos.
Site oficial:

[Ava Gardner]

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E Deus criou a mulher. Ava Gardner.
(Não sei como ele descansou depois.)



















quinta-feira, 26 de junho de 2008

[The Clash!]

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Give'em Enough Rope (1978)







The Clash para download gratuito em:



Formação e primórdios da banda

Formado originalmente por John Mellor - vulgo Joe Strummer - (vocais, guitarra rítmica), Mick Jones (vocais, guitarra), Paul Simonon (baixo e vocais), Keith Levene (guitarra guia) e Terry Chimes - creditado no primeiro LP como "Tory Crimes" - (bateria), o Clash foi formado em Londres em 1976 durante a primeira leva do punk britânico. Strummer fazia parte dos The 101ers e Jones e Simonon da lendária banda de proto-punk London SS. Por influência do empresário Bernie Rhodes, Levene e Simonon recrutaram Strummer. Estava formado o Clash.
Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de 5 shows abandonou o grupo sob circustâncias ambíguas.
Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto ("White Riot") e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.
The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das cançãos eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”.
Seu álbum seguinte, Give ‘Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de canção, os Estados Unidos.

Política
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Assim como a maioria das primeiras bandas punk, o Clash protestava contra a monarquia e a aristocracia no Reino Unido e ao redor do mundo. Mas ao contrário dessas primeiras bandas punks, o Clash rejeitou o sentimento dominante de niilismo e anarquismo. Ao invés disso, eles se solidariezaram com diversos movimentos de libertação da época. Sua visão política era expressada explicitamente em seus versos, como em “White Riot”, que encorajava jovens brancos a entrarem para organizações libertárias de negros.
Certa vez, em 1977, durante um show da ‘’Love Music Hate Racism’’ organizada pela Liga Anti-Nazismo, Joe Strummer vestiu uma polêmica camiseta com as palavras ‘’Brigate Rosse’’ e o emblema da facção Baader-Meinhof estampadas no centro. Ele declarou posteriormente que usou a camiseta não para apoiar os terroristas, mas para chamar atenção à sua existência. Ainda assim, ele se arrependeu depois do show, o que o levou a compor a canção “Tommy Gun”, renunciando à violência como um meio de protesto.
O The Clash também apoiava o IRA, o PLO e, posteriormente, o Sandinismo, entre outros movimentos marxistas da América Latina, além de estarem envolvidos diretamente com a polêmica Liga Anti-Nazismo e o Rock Against Racism.
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Faixas:

1. Safe European Home
2. English Civil War
3. Tommy Gun
4. Julie's Been Working For The Drug Squad
5. Last Gang In Town
6. Guns On The Roof
7. Drug-Stabbing Time
8. Stay Free
9. Cheapskates
10. All The Young Punks (New Boots And Contracts)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

[Imagem do Dia]

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United Colors.
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De quem são essas mãos?

(Acertou quem disse Miles Davis!?)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

[Brigitte Bardot]

E Deus criou La Bardot ou...
A beleza nunca pode ser subestimada

As religiões e as filosofias acabam. Mas o que é belo encantará para sempre.

Por ela acreditamos em Deus. Embora ele não acredite na gente.