domingo, 17 de agosto de 2008

[Black Moses]


Nosso adeus a Isaac Hayes.


Black Moses (1971)
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Para download gratuito em:
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Parte (1)

Parte (2)
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Sobre o artista
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Isaac Hayes (Covington, 20 de agosto de 1942 — Memphis, 10 de agosto de 2008) foi um cantor e compositor estadunidense
Hayes tornou-se conhecido pela composição tema musical do de Shaft (filme e do seriado). Nos anos 1970 figurou ao lado de Marvin Gaye, Curtis Mayfield e Barry White, dando ao mundo Belas canções "soul" entoadas com a sua imponente voz de cantor negro.
Considerado por muitos como um dos pilares da música negra norte-americana, foi o primeiro afro-americano a ganhar a estatueta do Oscar por trilha sonora (Shaft). Influenciou decisivamente várias áreas da música: soul, funk, disco e hip hop. Em 2004 entrou para a calçada da fama em Hollywood.
Pai do "Soul Sinfônico" já que em muitos de seus álbuns, longas e climáticas canções iam além dos dez minutos. Nos anos 60 Hayes fazia parte do time da gravadora Stax, ao lado da Motown a mais importante dentro da música negra. Hayes ajudou a compor vários clássicos do soul como Soul man imortalizada pela dupla Sam and Dave.
Dublou a personagem "Chef" no seriado South Park por quase dez anos. Retirou-se do programa em razão do episódio que ironizava a seita cientologia, da qual era adepto. Em resposta, os criadores de South Park colocaram no ar da décida temporada a morte do Chef, ocorrida após lavagem cerebral, em referência à cientologia. Ele também teve uma música composta por ele na trilha sonoro do filme Kill Bill. É instrumental e se chama Run Fay Run.
Issac Hayes morreu com 65 anos, tendo sido encontrado inconsciente próximo a uma esteira ergométrica em sua casa. Hayes chegou a ser atendido por uma equipe de paramédicos, mas morreu enquanto era levado para o hospital.
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Faixas
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Disco 1
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1. Never Can Say Goodbye
2. (They Long To Be) Close To You
3. Nothing Takes The Place Of You
4. Man's Temptation
5. Part-Time Love
6. Medley: Ike's Rap IV/A Brand New Me
7. Going In Circles
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Disco 2
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1. Never Gonna Give You Up
2. Medley: Ike's Rap II/Help Me Love
3. Need To Belong To Someone
4. Good Love
5. Medley: Ike's Rap III/Your Love Is So Dog gone Good
6. For The Good Times
7. I'll Never Fall In Love Again

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

[The Queen is Dead]


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História
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The Smiths foi uma banda inglesa surgida na cidade de Manchester e bastante popular na década de 1980. A sua música já recebeu diversas classificações ao longo dos anos, seja como alternativa, pop, indie ou até mesmo o abrangente (e genérico) rótulo de Rock Inglês. O grupo existiu formalmente entre 1982 e 1987, alcançando o sucesso no seu país em 1984. O nome é uma curiosidade: Smith é o sobrenome mais popular na Inglaterra (equivale ao Silva em Português). O objetivo era mostrar que a banda era formada de pessoas comuns. Entre seus principais sucessos destacam-se as canções The Boy With The Thorn In His Side, How Soon Is Now, This Charming Man, Ask, Heaven Knows I'm Miserable Now, Bigmouth Strikes Again e Panic.
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The Queen Is Dead

Em julho de 1986 os Smiths lançam o disco que muitos consideram sua obra-prima: The Queen Is Dead. Para a revista "Spin" foi mesmo considerado o melhor álbum de todos os tempos e para a "Melody Maker", "NME" entre outras publicações, este álbum entrou no top 10.
Destaque para os singles "Bigmouth Strikes Again", "The Boy With The Thorn in His Side" e "There Is A Light That Never Goes Out", além de "I Know It's Over", uma das mais melancólicas letras de Morrissey.
É nesta altura, entretanto, que começam a surgir os problemas. Divergências com a "Rough Trade" que fizeram com que o lançamento do álbum tivesse sido adiado; Johnny Marr estava exausto e estava bebendo demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe acreditar que não precisava do Morrissey; Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Em meio ao ambiente tumultado que tomava conta da banda, são lançados dois compactos, "Panic" e "Ask", canções mais animadas do que a banda costumava fazer. Ambos são bem-sucedidos nas vendas, atingindo 11º e 14º lugares, respectivamente.
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The Queen is Dead é o penúltimo álbum da banda inglesa The Smiths, lançado em 1985/1986. A capa é uma foto de Alain Delon datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra. The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.

Faixas

1. The Queen Is Dead
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others

Obtido em:

[Imagem do Dia]


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

[Quer casar?]

Encontre as suas razões aqui









Ou desista de vez

[Imagem do Dia]

Sex Pistols!

[Os Rubaiyat]

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"Bebe e desfruta o instante fugidio que é a tua vida."
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(Omar Khayyam)

Primeiros 50 versos de "Os Rubaiyat"
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1 Nunca murmurei uma prece, nem escondi os meus pecados. Ignoro se existe uma Justiça, ou Misericórdia; mas não desespero: sou um homem sincero.

2 O que vale mais? Meditar numa taverna, ou prosternado na mesquita implorar o Céu? Não sei se temos um Senhor, nem que destino me reservou.

3 Olha com indulgência aqueles que se embriagam; os teus defeitos não são menores. Se queres paz e serenidade, lembra-te da dor de tantos outros, e te julgarás feliz.

4 Que o teu saber não humilhe o teu próximo. Cuidado, não deixes que a ira te domine. Se esperas a paz, sorri ao destino que te fere; não firas ninguém.

5 Busca a felicidade agora, não sabes de amanhã. Apanha um grande copo cheio de vinho, senta-te ao luar, e pensa: Talvez amanhã a lua me procure em vão.

6 Não procures muitos amigos, nem busques prolongar a simpatia que alguém te inspirou; antes de apertares a mão que te estendem, considera se um dia ela não se erguerá contra ti.

7 Alcorão, o livro supremo, pode ser lido às vezes, mas ninguém se deleita sempre em suas páginas. No copo de vinho está gravado um texto de adorável sabedoria que a boca lê, a cada vez com mais delícia.

8 Há muito tempo, esta ânfora foi um amante, como eu: sofria com a indiferença de uma mulher; a asa curva no gargalo é o braço que enlaçava os ombros lisos da bem amada.

9 Que pobre o coração que não sabe amar e não conhece o delírio da paixão. Se não amas, que sol pode te aquecer, ou que lua te consolar?
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10 Hoje os meus anos reflorescem. Quero o vinho que me dá calor. Dizes que é amargo? Vinho!Que seja amargo, como a vida.

11 É inútil a tua aflição; nada podes sobre o teu destino. Se és prudente, toma o que tens à mão. Amanhã... que sabes do amanhã?

12 Além da Terra, pelo Infinito, procurei, em vão, o Céu e o Inferno. Depois uma voz me disse: Céu e Inferno estão em ti.

13 Não vamos falar agora, dá-me vinho. Nesta noite a tua boca é a mais linda rosa, e me basta. Dá-me vinho, e que seja vermelho como os teus lábios; o meu remorso será leve como os teus cabelos.

14 Tenho igual desprezo por libertinos ou devotos. Quem irá dizer se terão o Céu ou o Inferno?Conheces alguém que visitou esses lugares? E ainda queres encher o mar com pedras?

15 Na sombra azulada do jardim o ar da primavera renova as rosas e ilumina os meigos olhos da minha amada. Ontem, amanhã... é tão grande o prazer agora.

16 Bebo, mas não sei quem te fez, ó grande ânfora; podes conter três medidas de vinho, mas um dia a Morte te quebrará. Numa outra hora perguntarei como foste criada, se foste feliz, ou por que serás pó.

17 Como o rio, ou como o vento, vão passando os dias. Há dois dias que me são indiferentes: O que foi ontem, o que virá amanhã.

18 Não me lembro do dia em que nasci; não sei em que dia morrerei. Vem, minha doce amiga, vamos beber desta taça e esquecer a nossa incurável ignorância.

19 Khayyam, enquanto erguias a tenda da Sabedoria, caíste na fogueira da dor; agora és cinzas. O Anjo Azrail cortou as cordas da tua tenda e a Morte vendeu-a por uma ninharia.

20 É inútil te afligires por teres pecado; também é inútil a tua contrição: além da morte estará o Nada, ou a Misericórdia.

21 Cristãos, judeus, muçulmanos, rezam, com medo do inferno; mas se realmente soubessem dos segredos de Deus, não iam plantar as mesquinhas sementes do medo e da súplica.

22 Na estação das rosas procuro um campo florido e sento-me à sombra com uma linda mulher; não cuido da minha salvação: tomo o vinho que ela me oferece; senão, o que valeria eu?
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23 O vasto mundo: um grão de areia no espaço. A ciência dos homens: palavras. Os povos, os animais, as flores dos sete climas: sombras. O profundo resultado da tua meditação: nada.

24 Eu estava com sono e a Sabedoria me disse: A rosa da felicidade não se abre para quem dorme; por que te entregares a esse irmão da morte? Bebe vinho; tens tantos séculos para dormir.
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25 Admito que já resolveste o enigma da Criação; e o teu destino? Aceito que desvendaste a Verdade; e o teu destino? Está bem, viveste cem anos felizes e ainda tens muitos para viver; e o teu destino?

26 Ninguém desvendará o Mistério. Nunca saberemos o que se oculta por trás das aparências. As nossas moradas são provisórias, menos aquela última. Não vamos falar, toma o teu vinho.

27 Olha, um dia a alma deixará o teu corpo e ficarás por trás do véu, entre o Universo e o desconhecido. Enquanto não chega a hora, procura ser feliz. Para onde irás depois?

28 Os sábios mais ilustres caminharam nas trevas da ignorância, e eram os luminares do seu tempo. O que fizeram? Balbuciaram algumas frases confusas, e depois adormeceram, cansados.

29 A vida é um jogo monótono que dá dois prêmios: A Dor e a Morte. Feliz a criança que expirou ao nascer; mais feliz quem não veio ao mundo.

30 Na feira que atravessas não procures amigosou abrigo seguro. Aceita a dor que não tem remédio e sorri ao infortúnio; não esperes que te sorriam: Seria tempo perdido.

31 O mundo gira, distraído dos cálculos dos sábios. Renuncia à vaidade de contar os astros e lembra-te: vais morrer, não sonharás mais, e os vermes da terra cuidarão do teu cadáver.

32 Aquele que criou o Universo e as estrelas exagerou quando inventou a dor. Lábios vermelhos como rubis, cabelos perfumados, quantos sois no mundo?

33 Velho mundo sob o passo do cavalo branco e negro dos dias e das noites, és o palácio triste onde mil Djenchids sonharam com a glória e mil Bahrams com o amor, e a cada manhã acordavam chorando.

34 Sono sobre a terra, sono debaixo da terra. Sobre a terra, sob a terra: homens deitados. Nada em toda a parte. Deserto. Homens chegam, outros partem.
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35 Enquanto o rouxinol lhe entoava um hino, murchou a bela rosa por causa do vento sul. Lamentaremos por ela ou por nós? Quando morrermos, outra rosa desabrochará.
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36 Se não tiveste a recompensa que merecias, não te importes, não esperes nada; já estava tudo nas páginas daquele livro que o vento da eternidade vai virando ao acaso.

37 Quando me falam das delícias que na outra vidaos eleitos irão gozar, respondo: Confio no vinho, não em promessas; o som dos tambores só é belo ao longe.

38 Bebe vinho, ele te devolverá a mocidade, a divina estação das rosas, da vida eterna, dos amigos sinceros. Bebe, e desfruta o instante fugidio que é a tua vida.
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39 Bebe o teu vinho. Vais dormir muito tempo debaixo da terra, sem amigos, sem mulheres. Confio-te um grande segredo: As tulipas murchas não reflorescem mais.

40 Baixinho a argila dizia ao oleiro que a torneava: Já fui como tu, não te esqueças,não me maltrates.

41 Oleiro, vai com cuidado, trata bem a argila com que Adão foi conformado. Vejo no torno que moves a mão de Feridun,o coração de Khosru... o que fizeste?
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42 A tulipa rubra nasce no campo que foi regado pelo sangue de um altivo rei. A violeta brota do sinal de beleza que palpitavana face de uma doce adolescente.

43 Há tanto tempo giram os astros no espaço; há tanto tempo se revezam os dias e as noites. Anda de leve na terra, talvez aonde vais pisar ainda estejam os olhos meigos de um adolescente.
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44 As raízes do narciso que se inclina suave, bebem a vida nos lábios mortos de uma mulher. Pisa leve a relva macia, ela nasce das cinzasde rostos tão belos quanto as tulipas.

45 O oleiro ia modelando as alças e os contornos de uma ânfora. O barro que ele conformava era feito de crânios de sultões e mãos de mendigos.

46 O bem e o mal se entrelaçam no mundo. Não agradeças ao Céu pela sorte que te coube, nem o acuses: Ele é indiferente.

47 Se em teu coração cultivaste a rosa do amor, quer tenhas procurado ouvir a voz de Deus, ou esgotado a taça do prazer, a tua vida não foi em vão.

48 Vai com prudência, viajante. A estrada é perigosa, a adaga do destino é acerada. Não colhas as amêndoas doces, são venenosas.

49 Um jardim florido, uma bela mulher, e vinho. Eis o meu prazer e a minha amargura, o meu paraíso e o meu inferno. Mas quem sabe o que é Céu e o que é Inferno?

50 Com a tua face como a rosa, com o teu rosto belo, como o de um ídolo chinês, não sabes o que o teu olhar faz do rei da Babilônia? Um bispo do xadrez, que foge da rainha.
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Sobre o autor

Omar Ibn Ibrahim El Khayyam nasceu em Nichapur, na Pérsia, em 1040 e morreu nessa mesma cidade em 1120. Khayyam significa, em persa, fabricante de tendas; ele adotou esse nome em memória do pai que era fabricante de tendas. Além de poeta Omar Khayyam foi matemático e astrônomo. Dos seus livros de ciência chegaram até nós o Tratado de Algumas Dificuldades das Definições de Euclides e as Demonstrações dos problemas de Álgebra. Em 1074, diretor do Observatório de Merv, fez a reforma do calendário muçulmano. Rubaiyat é o plural da palavra persa rubai, e quer dizer quadras, quartetos. No rubai, o primeiro, o segundo e o quarto versos são rimados, o terceiro é branco. Nesta “tradução”, não mantivemos a rima, nem a métrica “originais”.

[Se os animais falassem]

terça-feira, 12 de agosto de 2008

[12 visões sobre...]

... s e x o.































[The Yardbrids]

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"Five Live Yardbirds" (1964)
para download gratuito em:
(parte 1)
(parte 2)



História

The Yardbirds foi uma das mais importantes bandas de blues da Inglaterra nos anos 60. Além da qualidade do seu trabalho, ficou famosa por ter tido na sua formação ao longo do tempo, sucessivamente, Eric Clapton e Jeff Beck e depois Jimmy Page antes de fundar o Led Zeppelin. O grupo surgiu em Londres em 1963, mas só tornou-se conhecido quando Clapton entrou para a banda. Fazendo covers do blues de Chicago, mas também investindo num estilo próprio, o Yardbirds chegaram as paradas inglesas com a canção "For your love" (1964), que investia num estilo mais pop. Isto desagradou a Eric Clapton, na época um purista do blues, que deixou a banda. Em seu lugar entrou Jeff Beck, que levou o grupo para uma "guinada" psicodélica e em 1966, Jimmy Page foi convidado para entrar no grupo. Pouco depois, Beck saiu e Page assumiu a liderança do conjunto. A síntese "blues-rock" de 1965-1966 chamou a atenção da crítica, mas não conseguiram grande sucesso comercial.
As divergências sobre que rumos a banda deveria tomar ocasionaram o seu fim. Jimmy Page ainda formaria em 1968 o New Yardbirds, banda que, mais tarde, mudaria seu nome para Led Zeppelin.
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Faixas
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1. Too Much Monkey Business
2. Got Love If You Want It
3. Smokestack Lightning
4. Good Morning, Little Schoolgirl
5. Respectable
6. Five Long Years
7. Pretty Girl
8. Louise
9. I'm A Man
10. Here 'Tis
11. You Can't Judge A Book By Looking At The Cover (Bonus Track)
12. Let It Rock (Bonus Track)
13. I Wish You Would (Bonus Track)
14. Who Do You Love (Bonus Track)
15. Honey In Your Hips (Bonus Track)
16. A Certain Girl (Bonus Track)
17. Got To Hurry (Bonus Track)
18. Boom, Boom (Bonus Track)
19. Ain't Got You (Bonus Track)
20. Good Morning, Little Schoolgirl (Studio Version) (Bonus Track)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

[Uma nação de idiotas]

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"Stupid White Men"
(2003)
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Para download gratuito em:
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Os americanos estão por trás de 9 entre 10 desgraças desse mundo? Tell me you. Michael Moore é tudo o que eu gostaria de ser se tivesse talento suficiente para tratar das informações mais incovenientes (o verbo correto seria "manipular", coisa que a direita sempre fez, mas para o azar e descontentamento de todos). O meu modelo de enfant terrible. Engraçado, espirituoso e corajoso o suficiente para tocar nas feridas mais abertas. Ele está em baixa? Pois esperem algo contundente, em breve. Quem sabe numa outra cerimônia do Oscar, para alguns bilhões de pessoas? Esse nunca vai ser súdito de ninguém.
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Biografia
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Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um cineasta, documentarista e escritor estadounidense conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, sendo particularmente crítico em relação a George W. Bush.
Aos dezoito anos foi nomeado diretor de sua escola, convertendo-se em um dos mais jovens funcionários públicos dos Estados Unidos. Aos vinte e dois anos fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país, de que foi editor durante dez anos. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão premiada com um Emmy, TV Nation.
Em 1989, Michael Moore dirigiu Roger & Me, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com o presidente da General Motors, Roger Smith. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades fabris da General Motors. Nesse filme, já são patentes algumas das características que definiriam o seu modo de filmar determinadas realidades angustiantes com uma dose de humor corrosivo que lhe cria tanto admiradores incondicionais quanto inimigos declarados.
Outro documentário "The Big One" (1997), onde divulgou ao público as tramas das grandes empresas e dos políticos insensíveis e indiferentes, obrigando a que a multinacional Nike deixasse de utilizar crianças como força de trabalho barata na Indonésia.
Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, onde critica George Bush; Bowling for Columbine (br: Tiros em Columbine) (2002) onde aborda a obsessão em redor das armas nos Estados Unidos da América, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido numa escola.

domingo, 10 de agosto de 2008

[Laura Bush tem um Senhor Problema]

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Imagem do dia. Ou do fim dos dias.