
sábado, 30 de agosto de 2008
[The Cramps]
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[13 imagens sobre...]
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
[Where I End and You Begin, Radiohead]
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Letra
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"Where I End And You Begin"
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There's a gap in between
There's a gap where we meet
Where I end and you begin
And I'm sorry for us
The dinosaurs roam the earth
The sky turns green
Where I end and you begin
I am up in the clouds
I am up in the clouds
And I can't and I can't come down
I can watch and can't take part
Where I end and where you start
Where you, you left me alone
You left me alone
X'll mark the place
Like the parting of the waves
Like a house falling in the sea
In the sea
I will eat you alive
There'll be no more lies
I will eat you alive
There'll be no more lies
I will eat you alive
There are no more lies
I will eat you alive
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Uma tradução
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Onde eu termino e você começa
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Há uma lacuna no meio
Há uma lacuna onde nos conhecemos
Onde eu termino e você começa
E eu sinto muito por nós
Os dinossauros vagam pela Terra
O céu se torna verde
Onde eu termino e você começa
Eu estou nas nuvens
Eu estou nas nuvens
E eu não posso, não posso descer
Eu posso assistir, mas não tomar parte
Onde eu termino e você começa
E você, você me deixou sozinho, você me deixou sozinho
Um "x" irá marcar o lugar
Como que dividindo as ondas
Como uma casa caindo no mar
Eu irei comer vocês todos vivos [4x]
Não haverá mais mentiras [3x]
[PJ Harvey, White Chalk]
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PJ baseia seu trabalho em criar contos fictícios sobre os mais variados temas, sempre prezando por explorar atmosferas densas, que vão desde canções lo-fi, ásperas e pesadas, até climas lúgubres, obscuros e delicados como em seu último trabalho, o álbum White Chalk de 2007. Polly declara que seu maior objetivo é sempre não se repetir e produzir trabalhos antônimos a seus antecessores.
No íncio de sua carreia, Polly Jean formava um trio com o baterista Rob Ellis e o baixista Steve Vaughn. O conjunto, porém, levava o nome da vocalista, pois segundo Polly, era evidente que seria mais um projeto temporário do que uma banda. Seu álbum de estréia, Dry, de 1992 rendeu a cantora popularidade no Reino Unido e sua imagem masculinizada, devido a seu isolamento no Dorset, onde convivia com uma presença masculina maior, aliada a suas canções, criaram um rótulo feminista para PJ, que admite que na época, sob um ponto de vista, seu trabalho poderia sim ser considerado como engajado em causas femininas. Naquela época, PJ explorou temas instrínsecos a sexualidade feminina e ganhou notoriedade aos 21 anos ao retratar com maturidade e sinceridade temas complexos de forma crua e direta.
Em 1993, o trio lança o álbum Rid Of Me, um dos mais importantes e influentes trabalhos da carreira da cantora. Com uma atmosfera pesada e canções agressivas, sobre possessividade, loucura e vários temas de comportamentos humanos extremos, Polly diz que tinha em mente fazer um trabalho para definitivamente dizer não a quaisquer moldes em que deveria se encaixar na indústria fonográfica. Rid Of Me rendeu alguns hits grunge para a década de 90, entrou para listas da Rolling Stone dos 100 Albuns Essencias do Rock and Roll e no Top 10 dos Albuns Essenciais da Década de 90. A carreira do trio expandiu-se para logo em seguida terminar e Polly seguir carreira solo.
Dois anos depois, é lançado o terceiro album sob o nome de PJ e seu primeiro álbum solo, To Bring You My Love que estabeleceu PJ definitivamente como um dos ícones da década. To Bring You My Love rendeu vários elogios da crítica e Polly figurou por várias listas de melhores álbuns e artistas do ano. Experimentando climas mais envolventes e uma sonoridade muito mais complexa, refinada, com influência massiva de blues e prezando melodias ao ritmo. O primeiro single, Down By The Water popularizou o álbum, teve seu vídeo clipe exibido assiduamente na MTV e expôs a nova imagem de PJ, excessivamente feminina e montada para a canção de uma prostituta que afoga a própria filha num rio. O álbum foi o primeiro trabalho de PJ a alacançar as cifras de um milhão de cópias vendidas. Sua turnê foi extensa e debilitante.
Após a fase de trabalho agitada de To Bring You My Love, era visível em sua extrema magreza que a cantora estava sofrendo de distúrbios alimentares - nunca confirmados - e admitiu ter passado por uma fase difícil de fim de relacionamento, com o cantor Nick Cave com quem fez algumas colaborações. Em 1996, em parceria com o músico e intrumentista John Parish - com quem produziu o álbum de 1995 - Polly grava o álbum Dance Hall At Louse Point, um projeto despretencioso e vanguardista no qual os dois músicos exploram uma veia mais blues e folk, porém, um dos trabalhos mais melancólicos, belos e ofuscados na discografia da cantora. Dance Hall ganhou uma pequena turnê mas permaneceu, como era para ser, como um ítem de colaboração.
1998 é o ano de lançamento de Is This Desire?, o quarto álbum de PJ e seu trabalho mais díficil - tanto em assimilação como produção. Polly afirma que foi o trabalho mais difícil de sua carreira devido a uma fase ruim de sua vida. O album é voltado para uma sonoridade mais eletronizada, tétrica e nebulosa que emolduram as composições mais cerebrais e apuradas da carreira da cantora, em uma compilação de vários contos permeados por uma atmosfera apática e moribunda. A crítica se dividiu na opinião sobre o álbum, mas para a cantora é seu álbum divisor de águas e do qual mais se orgulha de ter feito.
Nos anos seguintes, Polly mudou-se para Nova Iorque, produzindo álbuns de outros artistas e fazendo colaborações. Em 2001, lançou Stories from the City, Stories from the Sea no qual apenas pretendia criar as canções mais belas que conseguisse fazer, tentando flertar com a música pop. Definitivamente, Stories é seu álbum mais pop e uma das maiores vendagens da cantora, principalmente nos Estados Unidos, uma vez que criou suas histórias tendo Nova Iorque e o Dorset como pano de fundo: PJ sistematizou emoções e percepções que se enquadrariam no espírito da cidade e outros no espírito de sua terra, além-mar, fazendo uma comparação subjetiva sobre os dois cenários.
Somente em 2004 Polly volta a lançar novo trabalho. Dessa vez, PJ dispensou produtores e colaboradores, tentanto realizar uma de suas maiores ambições como artista, produzindo um álbum sozinha. O resultado para PJ não foi muito efetivo. Uh Huh Her agradou ao público e crítica mas permanece para a cantora como seu trabalho menos eficaz: não apresenta nenhum novo panorama musical e repete seus trabalhos anteriores. Mesmo assim, o álbum rendeu uma turnê mais extensa e incluindo novas localidades como o Brasil.
Entretanto, em 2007, PJ obtém novamente sucesso em seus princípios de produção. Abandonando sua sonoridade rock e a guitarra que tanto caracteriza a cantora, Polly dedica-se a aprender píano e explorar a sonoridade de outros instrumentos, declarando-se saturada criativamente de produzir com a guitarra. O resultado é o álbum White Chalk que foi instantâneamente considerado pela crítica o álbum mais estranho e ímpar da carreira da cantora. White Chalk é atemporal e contextualmente deslocado e metafórico e, sem dúvida, o álbum mais atmosférico da carreira da cantora, majoritariamente baseado em piano e com melodias obscuras, frágeis e líricas, é segundo a cantora o primeiro álbum que está mais intrínseco a sua terra natal, o Dorset. A crítica elogiou muito o trabalho, considerou-o, além de tudo, um dos mais belos da carreira de PJ, mas o público se dividiu entre fãns que não gostaram da mudança brusca de sonoridade e aqueles que absorveram sem problemas a mudança de rumos. Diferente da turne do álbum Uh Huh Her, PJ faz sua primeira turnê solo com apresentações escassas.
Para 2008, Polly Jean já confirma mais um álbum de parceria, novamente com John Parish, que também produziu White Chalk.--------
Dry, 1992.
Rid of Me, 1993.
4-Track Demos, 1993.
To Bring You My Love, 1995.
Dance Hall at Louse Point, 1996, com John Parish.
Is This Desire?, 1998.
Stories from the City, Stories from the Sea, 2000.
Uh Huh Her, 2004.
Peel Sessions, 2006.
White Chalk, 2007.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
[Here Comes Your Man, Pixies]
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
[Tudo em seu devido lugar]
[Quem dera ser um Pixie...]
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Pixies. Quem?
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A sua música foi muito influenciada pelo punk e surf rock, e embora fosse bastante melódica, também era capaz de conter material mais pesado. Francis era o principal compositor e vocalista do grupo. Geralmente escrevia letras enigmáticas sobre temas pouco comuns, como OVNIs e o surrealismo. Referências a instabilidade mental, imagens bíblicas violentas, violência física e incesto são feitas em diversas músicas.
Os Pixies são frequentemente catalogados de pioneiros do rock alternativo do início dos anos 90. O fã assumido da banda Kurt Cobain, tendo consciência da importância dos Pixies para a carreira dos Nirvana garantiu, juntamente com o tributo de outras bandas, que o legado e influência dos Pixies continuasse a crescer após o seu desmembramento.
Depois de anunciarem nos classificados vagas para a banda, encontraram Kim Deal, uma baixista de Ohio, que tocara antes em sua cidade natal numa banda chamada The Breeders. Pouco depois recrutaram o baterista David Lovering (amigo de Kim Deal), formando assim os Pixies.
A banda, antes restrita ao underground americano, começou a chamar a atenção da imprensa em 1988, e o LP Surfer Rosa foi considerado o álbum do ano por boa parte da crítica musical. Após uma turnê elogiada, o conjunto gravou Doolittle, seu disco de maior sucesso de público e crítica; de quebra, uma das canções ainda conseguiu ser um hit radiofônico: "Here Comes Your Man".
Foi justamente no auge da banda, no entanto, que começaram a surgir as primeiras brigas internas, que dois anos mais tarde selariam o fim dos Pixies. Mesmo assim, em 1990 o quarteto lançou Bossanova, que atingiu o terceiro lugar nas paradas britânicas, demonstrando que, apesar da repercussão modesta no seu país de origem, os Pixies eram mais queridos na Europa.
No ano seguinte, em meio vários shows (inclusive alguns abrindo para o U2, que na época lançara Achtung Baby), chegou em novembro o derradeiro trabalho da banda, Trompe Le Monde. Na época, houve o início da explosão do rock alternativo (especialmente da vertente grunge) nos EUA, com Sonic Youth, Nirvana, Pearl Jam e The Smashing Pumpkins estando entre os principais expoentes - sendo as últimas três bastante influenciadas por ninguém menos que os pioneiros Pixies ao lado dos novaiorquinos do Sonic Youth. Kurt Cobain líder, vocalista e guitarrista do Nirvana chegou a admitir que Smells Like Teen Spirit, o maior hit do nirvana e hino da geração de 90, foi uma tentativa de imitar os Pixies.
Após uma carreira muito prestigiada pelo público indie, a banda acabou oficialmente em 1992, devido a 'diferenças musicais' entre Kim e Frank. Voltando para uma turnê mundial em 2004, tocaram pela 1ª vez no Brasil no Curitiba Pop Festival em 2004 e dissolveram a banda novamente por divergências entre Kim e Black.
Em 2006, foi lançado o documentário LoudQUIETloud: A film about the Pixies, dos diretores Steven Cantor e Mathew Galkin, em que a história da banda é narrada.
Álbuns e EP's
Frank Black em concerto
Come On Pilgrim (1987) (EP)
Surfer Rosa (1988)
Doolittle (1989)
Bossanova (1990)
Trompe Le Monde (1991)
Compilações
Death to the Pixies (1997)
Complete 'B' Sides (2001)
Wave of Mutilation: Best of Pixies (2004)
Álbuns ao vivo
[Pixies, Doolittle]
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Faixas:
01 Debaser
02 Tame
03 Wave of Mutilation
04 I Bleed
05 Here Comes Your Man (nossa idéia de música perfeita)
06 Dead
07 Monkey Gone to Heaven
08 Mr. Grieves
09 Crackity Jones
10 La la Love You
11 No. 13 Baby
12 There Goes My Gun
13 Hey
14 Silver
15 Gouge Away
[Pixies, Surfer Rosa]
Faixas:01 Bone Machine
02 Break My Body
03 Something Against You
04 Broken Face
05 Gigantic
06 River Euphrates
07 Where Is My Mind???
08 Cactus
09 Tony's Theme
10 Oh My Golly!!!
11 You Fuckin' Die! I Said...
12 Vamos
13 I'm Amazed
14 Brick Is Red
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
domingo, 24 de agosto de 2008
[Um ensaio]
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
[The Man Machine, Kraftwerk]
A vingança da "morte da música"
Kraftwerk
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Kraftwerk ("usina de energia" em alemão) é um grupo musical alemão que inventou um estilo de música pop totalmente feita e tocada por meio de sintetizadores, tornando a música electrônica mais acessível ao grande público, principalmente porque se tornaram os precursores de estilos como o techno e o electro, bem como a moderna dance music em geral. A banda foi fundada por Florian Schneider e Ralf Hütter em 1970, mas contando sempre com a participação de outros músicos, sendo que muitos sequer chegaram a participar de algum disco. Entretanto, a formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.
As técnicas que o Kraftwerk introduziu, assim como os equipamentos desenvolvidos por eles, são elementos comuns na música moderna. A banda tem sido considerada por alguns como tão influentes quanto os Beatles na sua participação na música popular na segunda metade do século XX. As suas letras lidam com a vida urbana e a tecnologia europeia pós-guerra. Geralmente mínimas, ainda assim revelam celebração e alertas sobre o mundo moderno.
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As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger , que deixaram a banda para formar o Neu!.
A participação, experiência e influência do produtor Konrad "Conny" Plank foram também significativas. Trabalhou com bandas como Can, Neu!, Cluster, e, como resultado do seu trabalho com os Kraftwerk, o seu estúdio localizado em Colónia tornou-se num dos mais requisitados no final dos anos 70. Plank produziu os primeiros quatro álbuns da banda, mas parou de trabalhar com os Kraftwerk depois do sucesso comercial de Autobahn, aparentemente devido a disputas com contratos da banda.
Emil Schult tornou-se num colaborador regular do grupo no início de 1973, originalmente tocando baixo e violino, produzindo material visual da banda e letras e os acompanhando em digressões.
Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978).
Em 1975 engendrou-se o que ficou conhecido como a formação clássica do Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas electrónicos.
Depois de anos sem apresentações ao vivo, os Kraftwerk iniciaram digressões novamente no final dos anos 90. Ralf queria tocar cada vez mais, mas a dificuldade em transportar os equipamentos analógicos limitou as viagens para fora da Europa. Após a saída de Flür e Bartos, vários outros músicos, como Fritz Hilpert e Henning Schmitz apareceram na formação dos Kraftwerk.
Em meados de 1999, as gravações originais de Tour de France foram finalmente lançadas em CD, indicando um reinício das actividades da banda. O single Expo 2000, a primeira nova música em treze anos, foi lançado em Dezembro do mesmo ano, e posteriormente remisturado por bandas de música electrónica como Orbital.
Em 2000, o ex-membro Flür publicou uma autobiografia na Alemanha, Kraftwerk: I Was a Robot, revelando vários novos detalhes sobre a vida da banda. Hütter e Schneider mostraram, no entanto, hostilidade à obra.
Em Agosto de 2003, a banda lançou Tour de France Soundtracks, o primeiro álbum desde Electric Café, de 1986. Em Junho de 2005, a banda lançou um álbum ao vivo, Minimum-Maximum, que foi compilado de apresentações da banda durante a digressão europeia no início de 2004, recebendo várias críticas positivas. A maioria das faixas consistia em remodelagens de antigas faixas de estúdio. O álbum foi premiado com o Grammy para melhor álbum de música electrônica. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD que contém vários vídeos de apresentações pelo mundo.
[Hot Buttered Soul]
Faixas:
Walk on by 4:33
Hyperbolicsyllabicsesquedalymistic 9:38
One Woman 5:07
By the Time I Get to Phoenix 7:05
Sobre este álbum
domingo, 17 de agosto de 2008
[Black Moses]
Hayes tornou-se conhecido pela composição tema musical do de Shaft (filme e do seriado). Nos anos 1970 figurou ao lado de Marvin Gaye, Curtis Mayfield e Barry White, dando ao mundo Belas canções "soul" entoadas com a sua imponente voz de cantor negro.
Considerado por muitos como um dos pilares da música negra norte-americana, foi o primeiro afro-americano a ganhar a estatueta do Oscar por trilha sonora (Shaft). Influenciou decisivamente várias áreas da música: soul, funk, disco e hip hop. Em 2004 entrou para a calçada da fama em Hollywood.
Pai do "Soul Sinfônico" já que em muitos de seus álbuns, longas e climáticas canções iam além dos dez minutos. Nos anos 60 Hayes fazia parte do time da gravadora Stax, ao lado da Motown a mais importante dentro da música negra. Hayes ajudou a compor vários clássicos do soul como Soul man imortalizada pela dupla Sam and Dave.
Dublou a personagem "Chef" no seriado South Park por quase dez anos. Retirou-se do programa em razão do episódio que ironizava a seita cientologia, da qual era adepto. Em resposta, os criadores de South Park colocaram no ar da décida temporada a morte do Chef, ocorrida após lavagem cerebral, em referência à cientologia. Ele também teve uma música composta por ele na trilha sonoro do filme Kill Bill. É instrumental e se chama Run Fay Run.
Issac Hayes morreu com 65 anos, tendo sido encontrado inconsciente próximo a uma esteira ergométrica em sua casa. Hayes chegou a ser atendido por uma equipe de paramédicos, mas morreu enquanto era levado para o hospital.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
[Lucky]
Para download gratuito em:
http://www.4shared.com/get/18358781/9feeb5a6/RADIOHEAD__OK_COMPUTER__-_11_-_Lucky.html
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
[The Queen is Dead]
Em julho de 1986 os Smiths lançam o disco que muitos consideram sua obra-prima: The Queen Is Dead. Para a revista "Spin" foi mesmo considerado o melhor álbum de todos os tempos e para a "Melody Maker", "NME" entre outras publicações, este álbum entrou no top 10.
Destaque para os singles "Bigmouth Strikes Again", "The Boy With The Thorn in His Side" e "There Is A Light That Never Goes Out", além de "I Know It's Over", uma das mais melancólicas letras de Morrissey.
É nesta altura, entretanto, que começam a surgir os problemas. Divergências com a "Rough Trade" que fizeram com que o lançamento do álbum tivesse sido adiado; Johnny Marr estava exausto e estava bebendo demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe acreditar que não precisava do Morrissey; Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Em meio ao ambiente tumultado que tomava conta da banda, são lançados dois compactos, "Panic" e "Ask", canções mais animadas do que a banda costumava fazer. Ambos são bem-sucedidos nas vendas, atingindo 11º e 14º lugares, respectivamente.
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others
Obtido em:
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
[Os Rubaiyat]
Primeiros 50 versos de "Os Rubaiyat"
2 O que vale mais? Meditar numa taverna, ou prosternado na mesquita implorar o Céu? Não sei se temos um Senhor, nem que destino me reservou.
3 Olha com indulgência aqueles que se embriagam; os teus defeitos não são menores. Se queres paz e serenidade, lembra-te da dor de tantos outros, e te julgarás feliz.
4 Que o teu saber não humilhe o teu próximo. Cuidado, não deixes que a ira te domine. Se esperas a paz, sorri ao destino que te fere; não firas ninguém.
5 Busca a felicidade agora, não sabes de amanhã. Apanha um grande copo cheio de vinho, senta-te ao luar, e pensa: Talvez amanhã a lua me procure em vão.
6 Não procures muitos amigos, nem busques prolongar a simpatia que alguém te inspirou; antes de apertares a mão que te estendem, considera se um dia ela não se erguerá contra ti.
7 Alcorão, o livro supremo, pode ser lido às vezes, mas ninguém se deleita sempre em suas páginas. No copo de vinho está gravado um texto de adorável sabedoria que a boca lê, a cada vez com mais delícia.
8 Há muito tempo, esta ânfora foi um amante, como eu: sofria com a indiferença de uma mulher; a asa curva no gargalo é o braço que enlaçava os ombros lisos da bem amada.
9 Que pobre o coração que não sabe amar e não conhece o delírio da paixão. Se não amas, que sol pode te aquecer, ou que lua te consolar?
11 É inútil a tua aflição; nada podes sobre o teu destino. Se és prudente, toma o que tens à mão. Amanhã... que sabes do amanhã?
12 Além da Terra, pelo Infinito, procurei, em vão, o Céu e o Inferno. Depois uma voz me disse: Céu e Inferno estão em ti.
13 Não vamos falar agora, dá-me vinho. Nesta noite a tua boca é a mais linda rosa, e me basta. Dá-me vinho, e que seja vermelho como os teus lábios; o meu remorso será leve como os teus cabelos.
14 Tenho igual desprezo por libertinos ou devotos. Quem irá dizer se terão o Céu ou o Inferno?Conheces alguém que visitou esses lugares? E ainda queres encher o mar com pedras?
15 Na sombra azulada do jardim o ar da primavera renova as rosas e ilumina os meigos olhos da minha amada. Ontem, amanhã... é tão grande o prazer agora.
16 Bebo, mas não sei quem te fez, ó grande ânfora; podes conter três medidas de vinho, mas um dia a Morte te quebrará. Numa outra hora perguntarei como foste criada, se foste feliz, ou por que serás pó.
17 Como o rio, ou como o vento, vão passando os dias. Há dois dias que me são indiferentes: O que foi ontem, o que virá amanhã.
18 Não me lembro do dia em que nasci; não sei em que dia morrerei. Vem, minha doce amiga, vamos beber desta taça e esquecer a nossa incurável ignorância.
19 Khayyam, enquanto erguias a tenda da Sabedoria, caíste na fogueira da dor; agora és cinzas. O Anjo Azrail cortou as cordas da tua tenda e a Morte vendeu-a por uma ninharia.
20 É inútil te afligires por teres pecado; também é inútil a tua contrição: além da morte estará o Nada, ou a Misericórdia.
21 Cristãos, judeus, muçulmanos, rezam, com medo do inferno; mas se realmente soubessem dos segredos de Deus, não iam plantar as mesquinhas sementes do medo e da súplica.
22 Na estação das rosas procuro um campo florido e sento-me à sombra com uma linda mulher; não cuido da minha salvação: tomo o vinho que ela me oferece; senão, o que valeria eu?
24 Eu estava com sono e a Sabedoria me disse: A rosa da felicidade não se abre para quem dorme; por que te entregares a esse irmão da morte? Bebe vinho; tens tantos séculos para dormir.
26 Ninguém desvendará o Mistério. Nunca saberemos o que se oculta por trás das aparências. As nossas moradas são provisórias, menos aquela última. Não vamos falar, toma o teu vinho.
27 Olha, um dia a alma deixará o teu corpo e ficarás por trás do véu, entre o Universo e o desconhecido. Enquanto não chega a hora, procura ser feliz. Para onde irás depois?
28 Os sábios mais ilustres caminharam nas trevas da ignorância, e eram os luminares do seu tempo. O que fizeram? Balbuciaram algumas frases confusas, e depois adormeceram, cansados.
29 A vida é um jogo monótono que dá dois prêmios: A Dor e a Morte. Feliz a criança que expirou ao nascer; mais feliz quem não veio ao mundo.
30 Na feira que atravessas não procures amigosou abrigo seguro. Aceita a dor que não tem remédio e sorri ao infortúnio; não esperes que te sorriam: Seria tempo perdido.
31 O mundo gira, distraído dos cálculos dos sábios. Renuncia à vaidade de contar os astros e lembra-te: vais morrer, não sonharás mais, e os vermes da terra cuidarão do teu cadáver.
32 Aquele que criou o Universo e as estrelas exagerou quando inventou a dor. Lábios vermelhos como rubis, cabelos perfumados, quantos sois no mundo?
33 Velho mundo sob o passo do cavalo branco e negro dos dias e das noites, és o palácio triste onde mil Djenchids sonharam com a glória e mil Bahrams com o amor, e a cada manhã acordavam chorando.
34 Sono sobre a terra, sono debaixo da terra. Sobre a terra, sob a terra: homens deitados. Nada em toda a parte. Deserto. Homens chegam, outros partem.
37 Quando me falam das delícias que na outra vidaos eleitos irão gozar, respondo: Confio no vinho, não em promessas; o som dos tambores só é belo ao longe.
38 Bebe vinho, ele te devolverá a mocidade, a divina estação das rosas, da vida eterna, dos amigos sinceros. Bebe, e desfruta o instante fugidio que é a tua vida.
40 Baixinho a argila dizia ao oleiro que a torneava: Já fui como tu, não te esqueças,não me maltrates.
41 Oleiro, vai com cuidado, trata bem a argila com que Adão foi conformado. Vejo no torno que moves a mão de Feridun,o coração de Khosru... o que fizeste?
43 Há tanto tempo giram os astros no espaço; há tanto tempo se revezam os dias e as noites. Anda de leve na terra, talvez aonde vais pisar ainda estejam os olhos meigos de um adolescente.
45 O oleiro ia modelando as alças e os contornos de uma ânfora. O barro que ele conformava era feito de crânios de sultões e mãos de mendigos.
46 O bem e o mal se entrelaçam no mundo. Não agradeças ao Céu pela sorte que te coube, nem o acuses: Ele é indiferente.
47 Se em teu coração cultivaste a rosa do amor, quer tenhas procurado ouvir a voz de Deus, ou esgotado a taça do prazer, a tua vida não foi em vão.
48 Vai com prudência, viajante. A estrada é perigosa, a adaga do destino é acerada. Não colhas as amêndoas doces, são venenosas.
49 Um jardim florido, uma bela mulher, e vinho. Eis o meu prazer e a minha amargura, o meu paraíso e o meu inferno. Mas quem sabe o que é Céu e o que é Inferno?
50 Com a tua face como a rosa, com o teu rosto belo, como o de um ídolo chinês, não sabes o que o teu olhar faz do rei da Babilônia? Um bispo do xadrez, que foge da rainha.
Omar Ibn Ibrahim El Khayyam nasceu em Nichapur, na Pérsia, em 1040 e morreu nessa mesma cidade em 1120. Khayyam significa, em persa, fabricante de tendas; ele adotou esse nome em memória do pai que era fabricante de tendas. Além de poeta Omar Khayyam foi matemático e astrônomo. Dos seus livros de ciência chegaram até nós o Tratado de Algumas Dificuldades das Definições de Euclides e as Demonstrações dos problemas de Álgebra. Em 1074, diretor do Observatório de Merv, fez a reforma do calendário muçulmano. Rubaiyat é o plural da palavra persa rubai, e quer dizer quadras, quartetos. No rubai, o primeiro, o segundo e o quarto versos são rimados, o terceiro é branco. Nesta “tradução”, não mantivemos a rima, nem a métrica “originais”.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
[The Yardbrids]
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História
As divergências sobre que rumos a banda deveria tomar ocasionaram o seu fim. Jimmy Page ainda formaria em 1968 o New Yardbirds, banda que, mais tarde, mudaria seu nome para Led Zeppelin.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
[Uma nação de idiotas]
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Aos dezoito anos foi nomeado diretor de sua escola, convertendo-se em um dos mais jovens funcionários públicos dos Estados Unidos. Aos vinte e dois anos fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país, de que foi editor durante dez anos. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão premiada com um Emmy, TV Nation.
Em 1989, Michael Moore dirigiu Roger & Me, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com o presidente da General Motors, Roger Smith. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades fabris da General Motors. Nesse filme, já são patentes algumas das características que definiriam o seu modo de filmar determinadas realidades angustiantes com uma dose de humor corrosivo que lhe cria tanto admiradores incondicionais quanto inimigos declarados.
Outro documentário "The Big One" (1997), onde divulgou ao público as tramas das grandes empresas e dos políticos insensíveis e indiferentes, obrigando a que a multinacional Nike deixasse de utilizar crianças como força de trabalho barata na Indonésia.
Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, onde critica George Bush; Bowling for Columbine (br: Tiros em Columbine) (2002) onde aborda a obsessão em redor das armas nos Estados Unidos da América, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido numa escola.
domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
[Imagem do Dia... dos Pais]
[Livro eletrônico 2]
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Em 1857, no dia 25 de Junho, são publicadas As Flores do Mal. O livro foi logo violentamente atacado por Le Figaro e recolhido poucos dias depois sob acusação de obscenidade. Baudelaire foi condenado a uma multa de 300 francos (reduzidos depois para 50) e o editor a uma multa de 100 francos e, mais grave, seis poemas terem de ser suprimidos da publicação, condição sem a qual a obra não poderia voltar a circular. Em 1860 sai a segunda edição de As Flores do Mal, obra organizada em cinco seções temáticas:
2. Fleurs du Mal (Flores do Mal)
3. Révolte (Revolta)
4. Le Vin (Vinho)
5. La Mort (Morte)
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
[Warning!]
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
[Sonic Youth]
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----Faixas:
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1. "Pattern Recognition" (letra/vocal Gordon) – 6:33
2. "Unmade Bed" (letra/vocal Moore) – 3:53
3. "Dripping Dream" (letra/vocal Moore) – 7:46
4. "Kim Gordon and the Arthur Doyle Hand Cream" (letra Sonic Youth, vocal Gordon) – 4:51
5. "Stones" (letra/vocal Moore) – 7:08
6. "Dude Ranch Nurse" (letra/vocal Gordon) – 5:44
7. "New Hampshire" (letra/vocal Moore) – 5:12
8. "Paper Cup Exit" (letra/vocal Ranaldo, segunda voz Moore) – 5:57
9. "I Love You Golden Blue" (letra/vocal Gordon) – 7:03
10. "Peace Attack" (letra/vocal Moore) – 6:12
11. "Kim Chords" (Faixa bônus nas versões inglesa e japonesa) – 5:59
12. "Beautiful Plateau" (Faixa bônus na versão japonesa) – 3:08
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Obtido em:
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonic_Nurse
No inicio de sua carreira, o Sonic Youth foi associado com a cena No Wave de Nova Iorque. Sendo integrada à primeira onda de bandas norte-americanas de noise rock, o Sonic teve sua própria interpretação da filosofia punk, mais focada no estilo "faça você mesmo" do que no som em si. Eles conquistaram um sucesso moderado no mainstream, e são considerados um dos grupos pioneiros do rock alternativo.
O Sonic Youth foi inspirado nas sinfonias de guitarra de Glenn Branca (com o qual boa parte da banda já tocou), no proto-punk de The Stooges, The Velvet Underground e MC5, na poesia punk de Patti Smith, o Krautrock de Can, o psicodélico garage rock do 13th Floor Elevators, assim como compositores avant-garde, como John Cage.[1] Muitas vezes a banda é aclamada por redefinir o que uma guitarra pode fazer[2], ao utilizar uma variedade de afinações alternativas e modificar o instrumento, com objetos inusitados, como baquetas e chaves de fenda como forma de alterar seu timbre.
Thurston e Kim formaram uma banda, que apareçeu sob os nomes de "Male Bonding" e "Red Milk" antes de se tornar "Arcadians" em 1980. A banda fez seu primeiro show no Noise Festival em Junho de 1981 no New York's White Columns Gallery. O grupo de Branca que tocou no mesmo festival impressionou Thurston, que os descreveu como: "A mais feroz banda de guitarras de eu já vi". Depois disso Thurston perguntou se Ranaldo gostaria de se juntar aos "Arcadians". Lee aceitou; a banda tocou três musicas em outro festival na semana seguinte, mas sem um baterista. Cada membro então se revezou antes deles encontrarem o primeiro baterista: Richard Edson.
Thurston então renomeou a banda para "Sonic Youth". Ele veio da combinação do nome do meio de Fred "Sonic" Smith do MC5 com um grupo de reggae, que possuiam "Youth" em seus nomes. Kim depois falou que "Assim que Thurston chegou com o nome Sonic Youth, um certo clima de que era mais do que nós esperávamos fazer veio a tona.
sábado, 2 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
[Stevie Wonder]
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Wonder saiu da Motown em 1971 e gravou dois álbuns, que usou para forçar negociações com a gravadora. Esta concordou em dar-lhe total controle da criação e dos direitos sobre suas composições. Os dois álbuns, Where I'm Coming From e Music of My Mind, são considerados clássicos da época. Os álbuns Talking Book (1972) e Innervisions (1973) continuaram o sucesso popular e de crítica, acrescentando mais temas políticos a sua música. Isto continuou em Fulfillingness' First Finale (1974) e em sua obra maior, Songs in the Key of Life.
O álbum seguinte foi a trilha sonora do filme Journey Through the Secret Life of Plants (1979). Hotter Than July (1980) se tornou o primeiro disco de platina de Wonder, marcando uma bem sucedida campanha para que o dia do nascimento de Martin Luther King fosse transformado em feriado nos EUA. O disco também incluía a música "Master Blaster (Jammin')", seu tributo a Bob Marley.
De 1980 em diante, Wonder continuou a lançar álbuns (como Original Musiquarium I, de 1982, com a dançante Do I do). Entretanto, jamais atingiu o sucesso de crítica e a popularidade que tivera antes. Em 1999, recebeu o prêmio Kennedy Center Honors, dado pelo John F. Kennedy Center for the Performing Arts em Washington, DC.
Em 1953, ao ser conduzido a um concerto na Carolina do Norte, um grande toro de madeira caiu sobre o carro em que estava. Wondder sofreu graves traumatismos na cabeça e ficou em coma por quase uma semana, mas conseguiu recuperar-se.
Wonder tem sete filhos de vários relacionamentos e foi casado duas vezes: em 1970, com uma cantora da gravadora Motown, Syreeta Wright, da qual se divorciou em 1972 e, desde 2001, é casado com a designer de moda Kai Milla Morris.
Sua filha, Aisha Morris, foi a inspiração para o seu grande sucesso "Isn't she Lovely". Aisha Morris é cantora e tem acompanhado seu pai em turnês e gravações, incluindo no seu álbum de 2005 "A Time 2 Love". Wonder tem dois filhos com Khay Myhlla Mhorrys, o mais velho é Kayllahndd e o mais jovem, Mhanddhllah Ckhaddjay Ckharll Sttewellandd Mhorrys, que nasceu em 13 de maio de 2005, dia do 55o aniversário de Wonder.
Wonder está envolvido em assuntos políticos. Ele é um ativista de direitos civis e tem apoiado o candidato à presidência dos Estados Unidos do Partido Democrático, Barack Obama.
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