segunda-feira, 30 de junho de 2008
[Suehiro Maruo]

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quinta-feira, 26 de junho de 2008
[The Clash!]
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Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de 5 shows abandonou o grupo sob circustâncias ambíguas.
Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto ("White Riot") e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.
The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das cançãos eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”.
Seu álbum seguinte, Give ‘Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de canção, os Estados Unidos.
Política
Certa vez, em 1977, durante um show da ‘’Love Music Hate Racism’’ organizada pela Liga Anti-Nazismo, Joe Strummer vestiu uma polêmica camiseta com as palavras ‘’Brigate Rosse’’ e o emblema da facção Baader-Meinhof estampadas no centro. Ele declarou posteriormente que usou a camiseta não para apoiar os terroristas, mas para chamar atenção à sua existência. Ainda assim, ele se arrependeu depois do show, o que o levou a compor a canção “Tommy Gun”, renunciando à violência como um meio de protesto.
O The Clash também apoiava o IRA, o PLO e, posteriormente, o Sandinismo, entre outros movimentos marxistas da América Latina, além de estarem envolvidos diretamente com a polêmica Liga Anti-Nazismo e o Rock Against Racism.
1. Safe European Home
2. English Civil War
3. Tommy Gun
4. Julie's Been Working For The Drug Squad
5. Last Gang In Town
6. Guns On The Roof
7. Drug-Stabbing Time
8. Stay Free
9. Cheapskates
10. All The Young Punks (New Boots And Contracts)
quarta-feira, 25 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
[Brigitte Bardot]
As religiões e as filosofias acabam. Mas o que é belo encantará para sempre.
[William Blake]
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No tempo da semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.
Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos.
A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria.
A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência.
Quem deseja, mas não age, gera a pestilência.
O verme partido perdoa ao arado.
Mergulha no rio quem gosta de água.
O tolo não vê a mesma árvore que o sábio.
Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela.
A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo.
A abelha atarefada não tem tempo para tristezas.
As horas de loucura são medidas pelo relógio; mas nenhum relógio mede as de sabedoria.
Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes.
Torna do número, do peso e da medida em ano de escassez.
Nenhum pássaro se eleva muito, se eleva com as próprias asas.
Um cadáver não vinga as injúrias.
O ato mais sublime é colocar outro diante de ti.
Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando Sábio.
A loucura é o manto da velhacaria.
O manto do orgulho é a vergonha.
As Prisões se constroem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião.
O orgulho do pavão é a glória de Deus.
A luxúria do bode é a glória de Deus. A fúria do leão é a sabedoria de Deus. A nudez da mulher é a obra de Deus.
O excesso de tristeza ri; o excesso de alegria chora.
A raposa condena a armadilha, não a si própria.
Os júbilos fecundam. As tristezas geram.
Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha.
O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade.
O sorridente tolo egoísta e melancólico tolo carrancudo serão ambos julgados sábios para que ejam flagelos.
O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado.
A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos.
A cisterna contém; a fonte derrama.
Um só pensamento preenche a imensidão.
Dizei sempre o que pensa, e o homem torpe te evitará.
Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade. A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha.
A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão.
De manhã, pensa; ao meio-dia, age; no entardecer, come; de noite, dorme.
Quem permitiu que dele te aproveitasses, esse te conhece.
Assim como o arado vai atrás de palavras, assim Deus recompensa orações.
Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da instrução.
Da água estagnada espera veneno.
Nunca se sabe o que é suficiente até que se saiba o que é mais que suficiente.
Ouve a reprovação do tolo! É um elogio soberano!
Os olhos, de fogo; as narinas, de ar; a boca, de água; a barba, de terra.
O fraco na coragem é forte na esperteza.
A macieira jamais pergunta à faia como crescer; nem o leão, ao cavalo, como apanhar sua presa. Ao receber, o solo grato produz abundante colheita.
Se os outros não fossem tolos, nós teríamos que ser.
A essência do doce prazer jamais pode ser maculada.
Ao veres uma Águia, vês uma parcela da Genialidade. Levanta a cabeça!
Assim como a lagarta escolhe as mais belas folhas para deitar seus ovos, assim o sacerdote lança sua maldição sobre as alegrias mais belas.
Criar uma florzinha é o labor de séculos.
A maldição aperta. A bênção afrouxa.
O melhor vinho é o mais velho; a melhor água, a mais nova.
Orações não aram! Louvores não colhem! Júbilos não riem! Tristezas não choram!
A cabeça, o Sublime; o coração, o Sentimento; os genitais, a Beleza; as mãos e os pés, a Proporção.
Como o ar para o pássaro ou o mar para o peixe, assim é o desprezo para o desprezível.
A gralha gostaria que tudo fosse preto; a coruja, que tudo fosse branco.
A Exuberância é a Beleza.
Se o leão fosse aconselhado pela raposa, seria ardiloso.
O Progresso constrói estradas retas; mas as estradas tortuosas, sem o Progresso, são estradas da Genialidade.
Melhor matar uma criança no berço do que acalentar desejos insatisfeitos.
Onde o homem não está a natureza é estéril.
A verdade nunca pode ser dita de modo a ser compreendida sem ser acreditada.
É suficiente! Ou Basta.
domingo, 22 de junho de 2008
[Miles Davis, The King of Cool]

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quinta-feira, 19 de junho de 2008
[Nina Simone, para o seu prazer.]
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A cantora também se destacou e foi perseguida por ser negra e por abraçar publicamente todo tipo de combate ao racismo. Seu envolvimento era tal, que chegou a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava.
Em um breve contato com sua obra, aqueles que não a conhecem percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz. Foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Juilliard School of Music, em Nova Iorque. Sua canção “Mississippi Goddamn” tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras numa igreja de Birmingham em 1963.
Nina esteve duas vezes no Brasil, e seu último show ocorreu em 1997 no Metropolitan. Era uma intérprete visceral, compositora inspirada e tocava piano com energia e perfeição.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
[Redemption song]
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Redemption song
Old pirates, yes, they rob I
Sold I to the merchant ships
Minutes after they took I
From the bottomless pit
But my hand was made strong
By the 'and of the Almighty
We forward in this generation
Triumphantly
Won't you help to sing
These songs of freedom?
'Cause all I ever have
Redemption songs
Redemption songs
Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy
Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets
While we stand aside and look? Ooh!
Some say it's just a part of it
We've got to fulfil de book
Won't you help to sing
These songs of freedom?
'Cause all I ever have
Redemption songs
Redemption songs
Redemption songs
Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy
Cause none of them-a can-a stop-a the time
How long shall they kill our prophets
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it
We've got to fulfil de book
Won't you help to sing
Dese songs of freedom?
'Cause all I ever had
Redemption songs
All I ever had
Redemption songs
These songs of freedom
Songs of freedom
Uma tradução:
Velhos piratas, sim, eles me roubaram
Me venderam para navios mercantes,
Minutos depois eles me jogaram
No fundo do porão
Mas minhas mãos foram fortalecidas
Pelas mãos do todo poderoso,
Nós avançamos nessa geração triunfantemente
Voce não irá ajudar-me a cantar essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive foram
Canções de redenção
Canções de redenção
Liberte-se da escravidão mental
Ninguém além de voce pode libertar sua mente
Não tenha medo da energia atômica
Porque eles não podem parar o tempo
Por quanto tempo vão matar nossos profetas
Enquanto nós permaneceremos de lado olhando?
Ooh!Sim, alguns dizem que é apenas uma parte
Nós temos que cumprir o livro
Voce não irá ajudar-me a cantar essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive foram
Canções de redenção
Canções de redenção
Liberte-se da escravidão mental
Ninguém além de voce pode libertar sua mente
Não tenha medo da energia atômica
Porque eles não podem parar o tempo
Por quanto tempo vão matar nossos profetas
Enquanto nós permaneceremos de lado olhando?
Ooh! Sim, alguns dizem que é apenas uma parte
Nós temos que cumprir o livro
Voce não irá ajudar-me a cantar essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive foram
Canções de redenção
Tudo o que tenho
Canções de redenção
Essas canções de liberdade
Canções de liberdade.
terça-feira, 17 de junho de 2008
[Precisa-se de secretária]
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Mal abrimos as inscrições para a vaga de secretária do mais reonomado jornal da Quadra 7 e as fichas pipocaram. Todas têm chances, acreditem. Mas apenas a mais sexy, quer dizer, a mais capacitada será selecionada. Mandem fotos desinibidas, garantimos todo sigilo. Não desanimem. As outras concorrentes, para as quais não damos a mínima, são essas aí acima. Totalmente sem classe essas moças! Mandem imagens para mailbox2.joao@gmail.com
domingo, 15 de junho de 2008
[Conheça o artista...]
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[Melhor comercial de cerveja...]
Comerciais de cerveja com mulheres bonitas tratadas como objeto abundam por aí. No Brasil, eles sempre caíram no gosto (ops!) popular. Esse aqui é diferente. Não há vulgaridade. O espectador não é subestimado em sua inteligência. E o final é surpreendente. Pontos para a 1664. Vou ao supermercado comprar uma. Aproveito e trago um banquinho também. Vai que precisa?
[O Retrato de Dorian Gray]
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O artista é criador de coisas belas.
Revelar a arte e encobrir o artista é a razão de ser da arte. O crítico é aquele capaz de exprimir de modo distinto e com material diferente a sua impressão das coisas belas.
A forma e crítica mais elevada, como a mais baixa, é um gênero de autobiografia.
Os que só vêem intenções vis nas coisas belas são depravados destituídos de encanto. É um defeito.
Os que admitem intenções belas nas coisas belas são espíritos cultos. Para estes há esperança. São os eleitos, para quem o belo significa unicamente Beleza.
Não existe livro moral nem imoral. Os livros são bem o mal escritos. Eis tudo.
A aversão do século XIX ao Realismo é a fúria de Calibã ao reconhecer a sua imagem no espelho.
A antipatia que o século XIX volta ao Romantismo é o despeito de Calibã por não ver o seu rosto num espelho.
A vida moral do homem forma parte do argumento e do material do artista. Mas a moralidade da ate consiste no uso perfeito de um instrumento imperfeito. Nenhum artista pretende provar o que seja. A própria verdade pode ser provada.
Artista algum tem preferências éticas. Uma preferência moral, em um artista, é imperdoável maneirismo de estilo.
Não há artista doentio. O artista pode exprimir tudo.
O pensamento e a linguagem são para o artista instrumentos de uma arte.
Vício e virtude representam para o artista a matéria-prima de sua arte. Do ponto de vista da forma, o protótipo das artes é a do músico. Do ponto de vista do sentimento, é o talento do ator.
Toda arte é ao mesmo tempo aparência e símbolo.
Os que a penetram abaixo dessa aparência o fazem por sua conta e risco.
Os que decifram o símbolo também o fazem por sua conta e risco. A arte reflete o espectador e não a vida.
A diversidade de opiniões acerca de uma obra de arte evidencia que essa obra é nova, complexa e vital.
Quando a crítica discorda, o artista está de acordo consigo mesmo.
Pode perdoar-se a um homem a criação de uma coisa útil, contanto que ele não a admire. A única jusitificativa para a criação de uma coisa inútil é que ela seja admirada intensamente.
Toda arte é absolutamente inútil.
(Oscar Wilde, junho de 1890)
sábado, 14 de junho de 2008
[Portishead 3, 2008]
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Ouça faixas em:
http://www.lastfm.com.br/music/portishead/third
01 - Silence
02 - Hunter
03 - Nylon Smile
04 - The Rip
05 - Plastic
06 - We Carry On
07 - Deep Water
08 - Machine Gun
09 - Small
10 - Magic Doors
11 - Threads
[Do Desejo]
E por que haverias de querer minha alma
Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo prazer lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro. E te repito: por que haverias
De querer minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo. Obriga-me.
Colada à tua boca a minha desordem.
O meu vasto querer.
O incompossível se fazendo ordem.
Colada à tua boca, mas descomedida
Árdua
Construtor de ilusões examino-te sôfrega
Como se fosses morrer colado à minha boca.
Como se fosse nascer
E tu fosses o dia magnânimo
Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer.
* * *
Que canto há de cantar o que perdura?
A sombra, o sonho, o labirinto, o caos
A vertigem de ser, a asa, o grito.
Que mitos, meu amor, entre os lençóis:
O que tu pensas gozo é tão finito
E o que pensas amor é muito mais.
Como cobrir-te de pássaros e plumas
E ao mesmo tempo te dizer adeus
Porque imperfeito és carne e perecível
E o que eu desejo é luz e imaterial.
Que canto há de cantar o indefinível?
O toque sem tocar, o olhar sem ver
A alma, amor, entrelaçada dos indescritíveis.
Como te amar, sem nunca merecer?
(Da Noite, excertos - 1992)
[Delicatessen]
Olga, uma querida amiga passando alguns dias aqui conosco, me diz: pois você sabe que me trouxeram uma noite um pé-perna de porco, todo recheado de inverossímeis, como uma delicadeza para o jantar? Parecia uma bota. Do demo, naturalmente. E lendo uma entrevista com W. H. Auden, um inglês muito sofisticado, o entrevistador pergunta-lhe: "O que aconteceu com seus gatos?" Resposta: "Tivemos que matá-los, pois nossa governanta faleceu". Auden também gostava de miolo, língua, dobradinha, chouriços e achava que "bife" era uma coisa para as classes mais baixas, "de um mau gosto terrível", ele enfatiza. E um outro cara que eu conheci, todo tímido, parecia sempre um urso triste, também gostava de poesia... Uma tarde veio se despedir, ia morar em Minas... Perguntei: "E todos aqueles gatos de que você gostava tanto?" Resposta: "Tive de matá-los". "Mas por quê?!" Resposta: "Porque gatos gostam da casa e a dona que comprou minha casa não queria os gatos". "Você não podia soltá-los em algum lugar, tentar dar alguns?" Olhou-me aparvalhado: "Mas onde? Pra quem?" "E como você os matou?" "A pauladas", respondeu tranqüilo, como se tivesse dado uma morte feliz a todos eles. E por aí a gente pode ir, ao infinito. Aqueles alemães não ouviam Bach, Wagner, Beethoven, não liam Goethe, Rilke, Hölderlin(?????) à noite, e de dia não trabalhavam em Auschwitz? A gente nunca sabe nada sobre o outro. E aquele lá de cima, o Incognoscível, em que centésima carreira de pó cintilante sua bela narina se encontrava quando teve a idéia de criar criaturas e juntá-las? Oscar, traga os meus sais.
[A Love Supreme, John Coltrane]
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Ouça as faixas:
[Songs of Leonard Cohen, 1967]

http://rapidshare.com/files/43588386/LEONARD_COHEN_-_Songs_Of_Leonard_Cohen__1968____320.rar.html
1.
Suzanne
2.
Master Song
3.
Winter Lady
4.
The Stranger Song
5.
Sisters Of Mercy
6.
So Long, Marianne
7.
Hey, That's No Way To Say Goodbye
8.
Stories Of The Street
9.
Teachers
10.
One Of Us Cannot Be Wrong
11.
Store Room *Previously Unreleased BONUS TRACK*
12.
Blessed Is the Memory *Previously Unreleased BONUS TRACK*
http://www.leonardcohen.com/
Quer conhecer um pouco mais?
http://www.beatrix.pro.br/mofo/leonardcohen.htm
terça-feira, 10 de junho de 2008
[Imagem censurada do dia]
segunda-feira, 9 de junho de 2008
[10 citações de Paul Verlaine.]
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Não há nada melhor para uma alma do que tornar menos triste outra alma.
Agora, livro meu, vai, vai para onde o acaso te leve.
Música antes de mais nada.
Se esses ontens fossem devorar os nossos belos amanhãs?
A vida humilde, cheia de trabalhos fáceis e aborrecidos, é uma obra de eleição que exige muito amor.
O riso é tão ridículo como decepcionante.
A esperança reluz como uma haste de palha num estábulo.
A independência foi sempre o meu desejo, a dependência foi sempre o meu destino.
Para mim, a glória é um modesto e efêmero absinto.
Creio que é menos importante amar a alma de uma mulher que o seu corpo. Ao fim e ao cabo, a alma é imortal, e terei tempo de sobra para a amar, mas o corpo...
sábado, 7 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
[David Bowie, Low.]
"Low" (1977)
Data de lançamento
Janeiro de 1977, pela RCA.
terça-feira, 3 de junho de 2008
[Music Empire]

(Blog comunitário operado por jovens americanos. CDs na íntegra para escutar de graça. Listas impagáveis.)
P O P L O A D
(Blog do jornalista Lúcio Ribeiro, endereço da música independente na versão nacional.)
T H E G U A R D I A N
(Blog dinâmico e informativo do jornal inglês The Guardian. Novidades da cena pop britânica.)
R A D I O O N E
(Canal de rock independente da tradicional rádio inglesa. Site, podcast e blogs de diversos críticos com o melhor do estilo.)
G O R I L L A V S. B E A R
(Blog americano voltado para a música indie pop. Muito humor, boas dicas e uma rádio com as últimas novidades nos EUA e no mundo.)
L I V E P L A S M A
(Aqui você procura o artista e o site apresenta um mapa gráfico com as influências no trabalho dele.)
M U S I C - M A P
(Semelhante ao site anterior, mas que se destaca pela simplicidade. Você digita o nome do artista e aparece um mapa dos grupos e músicos similares.)
Fonte: Revista VIP, março de 2008.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
[Talking Heads, 1977]

Todas as canções compostas por David Byrne, exceto quando assinalado.
Faixas
Lado A
"Uh-Oh, Love Comes to Town" – 2:48
"New Feeling" – 3:09
"Tentative Decisions" – 3:04
"Happy Day" – 3:55
"Who Is It?" – 1:41
"No Compassion" – 4:47
Lado B
"The Book I Read" – 4:06
"Don't Worry About the Government" – 3:00
"First Week/Last Week ... Carefree" – 3:19
"Psycho Killer" (Byrne, Chris Frantz, Tina Weymouth) – 4:19
"Pulled Up" – 4:29
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